Skol – Argentinos do Samba

20 04 2010

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@martinLangou, essa foi pra você. ;D





Oferta especial de Aniversário do “Meio & Mensagem”

20 04 2010

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Alunos se organizam e reinvindicam diploma de faculdade

20 04 2010

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Alunos da Faculdade Maurício de Nassau (Unidade Maceió) reinvindicam o reconhecimento do curso pelo MEC e a entrega do Diploma de conclusão da graduação.

O movimento toma proporções maiores a medida que a Faculdade não resolve o problema e passa a responsabilidade para o MEC. Foi dito na reunião de ontem (19) que “a visita do MEC está agendada para o dia 31 de Fevereiro de 2012”. A reunião que fora agendada para acalmar os ânimos e solucionar os problemas revoltou ainda mais os alunos.

Mais informações podem ser obtidas pelo Blog e pelo Twitter criados pela turma.





10 erros numa campanha de publicidade

20 04 2010

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1) Não definir claramente o target da campanha

2) Não se destinguir da concorrência

3) Não conhecer bem o mercado-alvo

4) Errar na mensagem

5) Prejudicar a eficiência em prol da criatividade

6) Não levar em conta os aspectos culturais

7) Escolher os meios publicitários errados

8 ) Não definir um orçamento publicitário

9) Não confiar a campanha a profissionais

10) Não ter um critério claro na escolha da agência





YouTube e Facebook sao os maiores acessos de redes sociais – MySpace vai sumindo

20 04 2010

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De acordo com pesquisa recente da comScore, o Facebook e o YouTube se mostram como grandes destaques do acesso a ‘web social’, e tem mostrado um grande crescimento em termos de tráfego no último ano. O MySpace, por seu lado, tem ficado para trás do Facebook, que lidera no ranking de visitantes únicos com 41% do total, contra 24% do MySpace * grafico abaixo. O Gmail e o Twitter ficam com o 3o e 4o lugares, com 15% e 8% dos visitantes únicos, respectivamente. Os norte-americanos estao mesmo migrando do MySpace para o Facebook.





Ibope radiografa imagem da publicidade no Brasil

20 04 2010

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O brasileiro é um apaixonado por propaganda, mas nem por isso se deixa enganar. Essa é a essência de uma pesquisa encomendada ao Ibope pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), que a apresentou na sexta-feira 9.

Foram ouvidos mais de dois mil consumidores entre 16 e 55 anos em nove capitais. Mais de dois terços reconhecem a importância da propaganda em suas vidas (62%). O dado mais animador é o apreço manifestado pela atividade: 43% declaram gostar da publicidade. A propaganda política, porém, tem desempenho oposto: 57% não gostam nada dela.

O espírito crítico dos consumidores ficou mais evidente naqueles de classe A (apesar de 61% serem favoráveis) e, no critério geográfico, no Rio de Janeiro e em Fortaleza. Os efeitos da propaganda foram avaliados como informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). O grupo majoritário entende a propaganda como fonte de informação, enquanto o segundo se divide bem entre os que consideram a propaganda como persuasiva e que traz mais opções de escolha aos consumidores.

O grupo menor entende que a propaganda permite melhor conteúdo nos veículos de comunicação (40%) e preços acessíveis aos mesmos (49%), além de contribuir para uma concorrência saudável entre as marcas (71%).

A pesquisa também dividiu os consumidores em cinco categorias, de acordo com a relação que nutrem com a propaganda. A predominância foi dos apaixonados (30%), seguidos dos reguladores e os racionais (19% cada); os apaixonados desconfiados (18%) e, por fim, dos rejeitadores (14%).

O primeiro grupo tem uma relação de confiança total com a propaganda, valorizando a função persuasiva da propaganda. Os reguladores reconhecem a importância, mas não se sentem seduzidos e são favoráveis ao controle e regulamentação da atividade. Os racionais valorizam mais a função informativa, mas veem as restrições com atitude autoritária. Os desconfiados são semelhantes ao primeiro grupo, mas são mais ressabiados; enquanto os rejeitadores não gostam, entendem como indução ao consumo desnecessário e são favoráveis a rígida regulamentação.

Os temas mais polêmicos do setor também foram submetidos aos entrevistados, dos quais apenas 38% declaram saber que existem órgãos reguladores. Apenas 9% citaram o Procon na pesquisa estimulada, número que cai para 7% na espontânea.

O Conar, por sua vez, foi citado por apenas 3% nas duas amostras, apesar de 14% declararem “já ter ouvido falar” e 69% considerarem sua atuação como “muito boa”, além dos 19% que a consideram “boa”.

A maioria não considera que a propaganda voltada ao público infantil deva sofrer grandes restrições, com aprovação de 49%. Esse número sobe para 55% entre aqueles com filhos até 12 anos, mas cai para 46% entre aqueles sem filhos com menos de 12.

A atitude é bem menos liberal quando o assunto é propaganda para cigarros, bebidas destiladas, cervejas ou vinhos, com defesa da proibição de 64%, 34%, 29% e 27% respectivamente. “As pessoas não são indefesas. Entendem o papel da propaganda, a valorizam, mas também reagem quando acham necessário”, afirma Nelsom Marangoni, CEO do Ibope Inteligência.

Fonte: Meio & Mensagem





Cenário do mercado publicitário para 2010 (escrito em 2007)

17 04 2010

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Estudo elaborado em março de 2002. As agências de propaganda por décadas concentraram-se em criação de anúncios. A partir do final da década de 80 o mercado começou a sofrer grandes mudanças devido à evolução do comportamento do consumidor. As empresas mudaram de foco no produto para foco no cliente. A competitividade e exigências do cliente fizeram com que as empresas revisem novamente seu foco. A partir de 2000 começou-se a trabalhar mais intensamente no foco do cliente, com isto, novas mudanças estruturais do mercado.

– Até a década de 80 as agências faziam apenas anúncio e cobravam altos valores. O principal atributo era ser criativo nos anúncios. Havia diversas agency house.

– Na década de 90 as agências começaram a participar mais ativamente com a contratante nas definições de marketing, e a concorrência fez com que os valores cobrados fossem menores. O principal atributo passa a ser planejamento. Drástica redução das agency house.

– Neste novo milênio, as agências, mais ativamente, passaram a participar nas decisões e estratégias mercadológicas, conhecer a fundo o comportamento do consumidor e gerenciar boa parte da comunicação. Sofrem com a redução na remuneração, diminuição da verba publicitária e concorrem com comunicação alternativas, que estão ganhando maior proporção. O principal atributo passa a ser planejamento e gerenciamento. Quase inexiste agency house. A tendência das empresas é concentrar-se em seu negócio principal, terceirizando atividades não relacionadas diretamente aos seus objetivos de negócios, usando cada vez mais os serviços de especialistas externos. Apesar de ainda ser novo no Brasil o conceito de terceirização de manufatura, finanças, contabilidade, distribuição, marketing etc. A pressão para reduzir os custos provavelmente aumentará a terceirização e o envolvimento entre contratante e terceirizados. A prestação de serviços crescerá em proporções maiores que os demais setores e o cliente exigirá muito mais. Os produtos sofrerão para diferenciar-se entre os milhares que existem e a novas tecnologias serão valorizadas. O restante será commodity.

Diante destas condições, para o ano de 2010, como será o mercado publicitário e a relação entre agência x anunciante x consumidor? Como será o mercado publicitário do interior? Qual será a situação da pequena e média agência publicitária? Responder esta inquietude através de um estudo do futuro, Cenário na Visão Prospectiva, é o melhor meio. Cenário prospectivo não busca acertar o futuro mas possibilitar criar estratégias vencedoras em qualquer ambiente a porvir. Nos cenários não se projetam tendências, mas as quebras de tendências, que podem ser oportunidades ou ameaças. Há três possíveis cenários futuros: Um compromisso maior; Aperfeiçoamento e mudança de foco; Melhoramento contínuo. Não cabe escolher o mais provável, pois ninguém sabe como será o futuro, mas considerar ambas possibilidades na formulação de estratégias corporativas. Um Compromisso Maior O fato de o anunciante procurar alguém que o oriente mercadologicamente é uma oportunidade para a agência assumir mais este papel. A interação e os laços de relacionamento serão mais duradouros e fortes. A preocupação maior será formar parceiros e não fornecedores. Apesar da maior importância do endomarketing e da responsabilidade social, a divulgação sempre terá maior importância, pois é o melhor meio de informar, lembrar e persuadir grande número de pessoas em curto espaço de tempo. As agências de propaganda gerenciarão a agência de marketing direto, empresa de promoção de venda; empresas de pesquisas; agencia de internet (digital); empresas de design (marcas, rótulos e embalagens). As agências de propaganda assumirão uma postura de gestoras da comunicação do cliente nas mais variadas áreas. Os anunciantes procurarão agências comprometidas com resultados e que consigam viabilizá-lo independente do tamanho. Mercado promissor serão as cidades metropolitanas do interior, gerando assim, uma proliferação de redes de agências do interior. Intensificará os contratos regendo ganhos das agências sobre os ganhos dos anunciantes, muito aplicado na Europa e EUA. Esta forma possibilitará um incremento financeiro para as agências e satisfatório para o anunciante. O recebimento de comissão será visto com descrédito pelo mercado e o anunciante assumirá as compras. A fidelização por marcas será mantida através de um grau maior de diferenciação ente as líderes e as seguidoras. Haverá uma grande redução das marcas líderes. Elas serão mais caras, evidenciarão sua tradição em qualidade e as ações de responsabilidade social, ambiental e cultural. As marcas seguidoras terão preço menor, serão em maior número com agilidade e qualidade. A maior dedicação das empresas com o cliente abrirá canais de relacionamento direto e com espontaneidade. O cliente interagirá com a empresa para a melhoria dos serviços e produtos. A expansão da comunicação virtual e comércio eletrônico farão com que as agencias digitais cresçam mais que as agências de propaganda e abrirão portas ilimitadas a bons profissionais. As agências digitais trabalharão sob o direcionamento e ao mesmo tempo, darão suporte as agências de propaganda. O sistema digital de rádio e tv criarão novas as formas de anunciar e modificarão o comportamento do consumidor. A facilidade em monitorar os dados ajudará as agências a serem mais eficazes. Os transtornos sociais (violência), impactos ambientais e preocupação social e cultural farão surgir empresas especializadas divulgar em promover ações para captação de recursos em prol dessas entidades de cunho social. O melhoramento econômico derivado da moralidade política proporcionará crescimento na produção agrícola e industrial, investimentos de recursos externos e superávit comercial. O bom estágio na economia fará surgir grande número de marcas (produtos e serviços) e para diferenciarem-se necessitarão de uma eficaz ação mercadológica. Aperfeiçoamento e Mudança de Foco O endomarketing e responsabilidade social serão complementares para valorização das marcas e empresas especializadas coordenarão esta função. A divulgação continuará sendo a melhor forma de construir marcas e não sofrerá profundo impacto de verba. O mercado dará ritmo aos negócios e exigirá qualidades e vantagens mais expressivas. A especialização será marcante para o sucesso tanto para anunciantes como para agências. As agências de marketing direto, empresas de promoção de venda, agências de propaganda, consultorias em marketing e marcas, empresas de pesquisas, agencias de internet (digital), e, empresas de design (marcas, rótulos e embalagens), terão espaços mais bem definidos e todos trabalharão coordenadas pelo anunciante. A remuneração das agências estará diretamente ligada a sua capacidade de negociação, desempenho conseguido para o anunciante e percepção do consumidor. O recebimento de comissão será pouco aceito pelo anunciante. O mercado publicitário das cidades metropolitanas do interior crescerá em proporções muito maiores que os das capitais, sem contar que a concorrência será menor. A apreciação pelas marcas líderes será afetada em alguns casos e o consumidor, gradualmente, passará a preferir marcas politicamente corretas e que tenham qualidade, independente da posição que a marca ocupa no mercado. Poucas empresas conseguirão fidelizar os clientes, devido ao maior grau de exigência e indiferença deles, bem como o aumento da concorrência. A comunicação virtual e o comércio eletrônico terão expansão maior que outros setores. Porém a fomentação de bons profissionais e o baixo investimento inicial para operação, gerarão uma oferta e demanda desequilibrada. Poucos ganharão grandes quantias. Também surgirão muitas campanhas independentes da internet com bons resultados. O aumento nas exportações, estabilização da economia e da inflação, falta de credibilidade política, integração dos dados nos mais diversos meios, surgimento da tv e rádio digital, o estresse social (violência, poluição, infraestrutura, saúde, trabalho, etc), somados com o rigor na fiscalização e a maturidade (indiferença) dos clientes farão com que somente as empresas qualificadas, competitivas e sérias se mantenham no mercado. É o “peneirão” dos incompetentes. O Brasil evidenciará sua vocação para o agronegócio. As boas safras e o resultado com as exportações de toda a cadeia produtiva agrícola, darão um novo gás para a economia e amenizará problemas sociais. Uma nova gama de anunciantes surgirão para concorrer ativamente no mercado internacional. Melhoramento Contínuo Dois acontecimentos são inevitáveis: 1º O anunciante se aproximará de alguém em quem confie para orientá-lo mercadologicamente, independente se for agencias ou consultorias; 2º Diminuição percentual da verba para divulgação gerenciada pelas agências de propaganda. A verba de comunicação será distribuída em 3 áreas: • Endomarketing com aumento na participação – será prioridade para as empresas, devido às exigências dos clientes, o despreparo (conhecimento, perfil, comportamento, integração) da mão-de-obra e para formar equipes cooperantes. • Responsabilidade Social (social, ambiental e cultural) com aumento na participação – as empresas politicamente corretas terão preferência do consumidor. A intensificação das ações em benefício social é certa. Os anunciantes também cobrarão das agências uma postura social. • Propaganda com diminuição na participação – haverá outras divisões da verba entre: agência de marketing direto, empresa de promoção de venda; agência de propaganda; consultoria em marketing e marcas; empresas de pesquisas; agencia de internet (digital); empresas de design (marcas, rótulos e embalagens). As divulgações das realizações sociais terão amplitudes maiores. Os anunciantes localizados nas cidades metropolitanas do interior, mas com divulgação nacional, procurarão agências com estrutura nacional, e as agências nacionais entrarão no interior com estruturas mais compactas e competitivas (afiliações). A disputa por preço continuará e as margens ficarão menores gerando sérios riscos financeiros para agências e anunciantes. A expansão da comunicação virtual e comércio eletrônico farão com que as agencias de internet (digitais) cresçam, pelo menos, três vezes mais que as agências de propaganda. Elas estenderão sua área de atuação para outros tipos de mídia digital além da internet, como tv, rádio e celulares. Os anunciantes procurarão diretamente as agências digitais e estas criaram campanhas especificas e de grande projeção. A tecnologia digital (tv e rádio) possibilitara números precisos de audiência, e os anunciantes cobrarão retornos mais precisos. As agencias de propaganda, para manterem-se em situação de destaque no cliente, ampliarão o leque de serviços estratégicos e multi-áreas. Buscarão tornar-se um misto de agencia de propaganda com consultoria em marcas e mercadológica. Conciliarão os ganhos com base no serviço aplicado e resultados obtidos, o anunciante preferirá não pagar comissão. O recebimento de comissão será restrito as agências que posicionarem exclusivamente em propaganda. A incerteza das alterações no quadro político e o rigor das fiscalizações inviabilizarão diversos empreendimentos. Forma-se uma recessão interna, mesmo estando às exportações em alta, trazendo divisas para o Brasil, pois os juros elevados conterão o consumo. As alterações climáticas afetaram o agro-negócio e toda a cadeia produtiva. Haverá ondas de maiores de recessão (quebra de safra) e ondas menores de crescimento (super safra). Abre-se um novo campo para divulgação dos produtos exportados e do agronegócio.

Fonte: administradores.com.br

E aí, muita coisa mudou?