Tudo sobre o curso de “Publicidade e Propaganda”

24 03 2010

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Publicidade e Propaganda

O consumo de produtos e serviços se deve, em grande parte, à estratégia de divulgação adotada pelas empresas e instituições para despertar o interesse das pessoas. Para isso, o profissional de publicidade e propaganda usa técnicas para criar e manter a boa imagem de produtos, serviços, empresas e pessoas. Ele trabalha com texto, sons e imagens. Tem de pesquisar muito sobre público-alvo, mídia adequada e formas de abordagem, estratégias de venda e de contato com o cliente. “Por ser uma das variáveis que movimenta a economia, a publicidade tem um importante papel”, afirma Paulo Gregoraci, presidente da agência W/Brasil, de São Paulo. “A rotina é dura. São muitas reuniões internas e com clientes e veículos de comunicação. Procuramos ter hora para chegar, mas nunca sabemos quando vamos sair do trabalho. O mercado é agitado e concorrido e o clima na agência reflete bastante isso. Quando o concorrente de um cliente lança uma campanha, por exemplo, precisamos bolar, com muita agilidade, uma estratégia de combate”, explica Gregoraci. O reconhecimento na área vem quando, além de ser comentada, uma campanha cumpre seu objetivo: estabelecer a marca ou elevar as vendas. O trabalho se divide em um tripé: atendimento (quem faz o meio de campo entre a agência e os interesses e as metas do cliente); criação (que bola as peças publicitárias); e mídia (que define o público-alvo, o meio de comunicação, o veículo, o dia e horário da divulgação – em caso de TV ou rádio – ou quais títulos de revista ou jornal em que as peças serão publicadas).

Teste profissional: Publicidade é a sua praia mesmo? Descubra

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O mercado de trabalho

O mercado de publicidade e propaganda está estável para o bacharel. A área de criação sofre retração, pois é bastante concorrida e está saturada de profissionais. A parte de marketing está em ascensão. “Quem trabalha com comunicação para o mercado e com os novos meios e ambientes de comunicação e bases tecnológicas pode atuar em vários tipos de agências de comunicação, nos departamentos de marketing e comunicação de empresas em geral, em jornais e revistas, além dos fornecedores de produtos e serviços, como consultorias, institutos de pesquisa, produtoras de som e imagem, gráficas, empresas de web e organizadoras de eventos”, diz Luiz Fernando Garcia, diretor nacional da graduação em Comunicação Social da ESPM. As maiores agências estão concentradas em São Paulo, mas grandes empresas vêm expandindo seus negócios para outras regiões brasileiras e, com isso, abrindo mercados para agências de publicidade, sobretudo no Nordeste e no Centro-Oeste. O interior paulista também é promissor, uma vez que a região tem grande participação na economia do país.

Já o mercado de trabalho para o tecnólogo está atrelado às áreas de atuação para as quais são produzidas a publicidade. O segmento gráfico, por exemplo, está em baixa por causa do preço do papel. Quanto ao cinema, depende da liberação de verbas para a produção nacional. “Como é uma área operacional, e não de criação, é preciso que os setores que contratam o serviço estejam em alta. Mas, no geral, está estável, pois há trabalho sempre para o produtor publicitário”, diz Sidinei Tadeu Almeida dos Santos Guarda coordenador do curso tecnológico da Faculdade Drummond, em São Paulo (SP). Segundo ele, o tecnólogo encontra trabalho em rádios, canais de TV a cabo, ONGs, agências de publicidade e de eventos. São Paulo oferece as melhores oportunidades. “O Rio de Janeiro também é aquecido, pois conta com a Rede Globo e seus associados, que sempre apresentam demanda de trabalho”, finaliza Sidinei.

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O curso

Há muitos cursos de bacharelado em todo o país. A teoria e a prática estão intimamente ligadas. A graduação é focada em propaganda, ambiente promocional, moda, esporte, cultura, varejo e internet. Disciplinas como fotografia, redação publicitária e computação gráfica fornecem as técnicas de criação. O aluno também é treinado nas diversas linguagens da propaganda – política, comercial e institucional. Matérias das áreas de administração e economia complementam currículo. É importante, por exemplo, saber como montar uma planilha de custos. As escolas costumam exigir um trabalho de conclusão. Na maioria delas, o curso de Publicidade é uma habilitação do bacharelado em Comunicação Social.

Duração média: quatro anos.

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O curso tecnológico começa com disciplinas teóricas, nas quais o aluno vê fundamentos de comunicação, ética e língua portuguesa. A partir do segundo semestre entram as específicas, como criação publicitária, multimídia, planejamento de campanhas publicitárias e relações mercadológicas. É nessa etapa que o estudante aprende a trabalhar com as diversas mídias, como jornais, rádio e internet. A parte de produção é realizada em laboratórios especializados.

Duração média: dois anos.

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O que você pode fazer?

Atendimento – Servir de elo entre a agência de publicidade e o cliente para levantar os dados que orientarão a campanha de divulgação de um produto ou de uma empresa.
Criação – Desenvolver campanhas publicitárias com base na análise de pesquisas sobre o mercado consumidor e o produto.
Gerência de produto – Administrar as ações de publicidade e de promoção de vendas de um produto.
Marketing – Planejar e desenvolver o produto ou serviço, estabelecendo estratégias de preço, distribuição e venda, desde a campanha até a aproximação com o público consumidor.
Mídia – Escolher os veículos de comunicação mais adequados para difundir uma campanha. Negociar a compra de espaço para anúncios em outdoors, jornais, revistas, TVs, rádios e internet.
Pesquisa – dados sobre as necessidades, o perfil e os hábitos dos consumidores. Avaliar o impacto das campanhas publicitárias sobre o público.
Produção – Fazer jingles, comerciais e anúncios em rádios, TVs, jornais, revistas, outdoors e websites.
Promoção de vendas – Elaborar estratégias de vendas. Desenvolver campanhas promocionais de diversos tipos de produto em restaurantes, supermercados e em outros pontos-de-venda.
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O dia-a-dia de um profissional de Publicidade

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Estudante passa um dia como publicitária


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Fonte: Guia do Estudante
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“A Hora do Pesadelo” interrompe intervalo comercial da MTV

24 03 2010

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Nightmare Elm Street

Você pode reclamar quando um comercial interrompe o seu programa favorito, mas e quando um comercial interrompe um outro comercial?

Foi o que fez a agência Click 3X com três diferentes promos do remake de “A Hora do Pesadelo”. Freddy Krueger aparece de repente em cenas do filme no meio do intervalo da MTV nos EUA, e depois tudo volta ao normal como se nada tivesse acontecido.

“A Hora do Pesadelo”, versão 2010, deve estrear no Brasil no dia 7 de maio.

Veja em:

Fonte: Brainstorm #9





Atenção

22 03 2010

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por @aalexandree
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Como separar o joio do trigo? Ser objetivo sem cansar seu público-alvo? Como ser eficaz sem desperdiçar a verba do cliente? São algumas questões que permeiam o consciente e o subconsciente do “publicitariado” coletivo.

Todos sabem (ou deveriam saber) de cor e salteado que toda pessoa é bombardeada por milhares de mensagens publicitárias o dia todo na tv, no rádio, no trajeto de casa para o trabalho, no próprio trabalho, na internet, no jornal, na revista, no banheiro, enfim, vocês já entenderam; não bastasse a quantidade, ainda é preciso levar em conta a qualidade.

O consumidor não é bobo, sabe o que quer. Hoje é vacinado, adestrado e repudia a má exposição publicitária. É via de regra que o anúncio mal pensado não tenha uma segunda chance de impressionar e recuperar seu espaço na mente do consumidor. Não bastasse a qualidade ainda é preciso levar em conta a viabilidade.

Para que raios um flamenguista recebe um newsletter com ofertas exclusivas sobre o maior arqui-rival, o vasco? Não sendo o bastante, fosse uma linha de casacos de lã do clube, sendo enviadas no pico do verão e para “potenciais” consumidores da Região Nordeste. O que parece absurdo aos olhos de quem vê acontece com frequência deixando transparecer o amadorismo e/ou despreparo do setor de marketing de várias companhias.

É necessário que o consumidor seja analisado, vivenciado e pormenorizado. Um publicitário vegetariano não saberá o que fazer com um job do Açougue Sangue de Boi. O publicitário ou profissional de marketing deve conhecer plenamente o público que tem em mãos, saber o que oferecer, em qual hora oferecer, como oferecer, com que preço, onde oferecer ou simplemente não oferecer.

A Editora Abril liga quinzenalmente em horários alternados (almoço e jantar) me oferecendo descontos e pacotes exclusivos de assinaturas de suas publicidações que eu não quero e não me interessam no momento. Me ligam por ter sido um assinante da Revista Info no ano de 2004. Já expliquei o motivo do cancelamento trocentas vezes e tento não xingar a atendente que já deveria ter me classificado no robusto banco de dados da empresa como desinteresse total do usuário. Evitariam o meu descontentamento, o meu testemunho aqui e economizariam seu tempo e dinheiro preciosos com ligações desnecessárias em horários sagrados.

São questões básicas e essenciais que passam batidos. Mínimos detalhes que são esquecidos e milhares de clientes insatisfeitos em apenas alguns minutos. Como o próprio título sugere: Atenção.

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BMW faz ‘experiência’

9 03 2010

Assista ao filme que registra a “experiência” feita pela BMW com seu modelo de motocicleta S1000 RR, que vai de zero a 100km/h em apenas 2,9 segundos.

Fonte: CCSP





“Oborrachão” homenageia a grandiosidade das mulheres nordestinas

9 03 2010

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Linha Industrial

Linha Automotiva

Fonte: Blog Marketando





SURFTRIP – ALUNO DE PUBLICIDADE PRODUZ FILME EM MACEIÓ

9 03 2010

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O filme LHAMA é idealizado por Gabriel Novis, aluno do 3º período do Curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Maurício de Nassau em Maceió. A divulgação do filme começou desde o início de Março através de matérias e traillers presentes em diversos sites no Brasil causando expectativas. Com mais de 2.500 acessos no youtube o filme apresenta o espírito de viajar com os amigos procurando ondas perfeitas pela América do Sul, Chile,Peru e o incrível litoral alagoano. Apresentado de forma descontraída o filme aborda questões sérias como os procedimentos e etapas para alcançar os objetivos, no qual o improviso, criatividade e o companheirismo dos surfistas estimulam o espírito de aventura que o surf tem.  “Não queremos mostrar quem é o melhor , ou quem lidera os campeonatos, e sim quem se diverte mais e como momentos como estes são importantes” afirma Gabriel Novis.

Fonte: Blog Comunicação Social da Maurício de Nassau.





Ibope revela hábitos de consumo da mulher brasileira

8 03 2010

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O IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traça os hábitos e comportamentos da brasileira quando o tema é consumo.

O levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e aponta que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de 58% entre o público masculino. “As mulheres, de maneira geral,  gostam de variar marcas, procuram preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78% declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para homens e 39% roupas para crianças e bebês. As lojas de rua seguidas pelos shopping centers lideram como local preferido de compras pelo público feminino.

A conectividade e o comércio eletrônico já são realidade no cenário brasileiro – 10% das mulheres revelam que comentam suas aquisições na internet avaliando a qualidade dos produtos. Vale ressaltar que este índice entre o público masculino – tradicionalmente mais interessado no tema tecnologia – é de 13%.

Para elas, as categorias mais comentadas são as de telefones celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%), vida saudável, exercícios e alimentação (17%). Já o público masculino opina e faz avaliações das categorias de equipamentos de televisão, vídeo e som (41%), automóveis (32%) e telefones celulares (32%).
A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque (7%).

O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais, obtidas entre agosto de 2008 e agosto de 2009.

Fonte: Adnews

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