Bombar no posto ALE

24 06 2009

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Artistas capazes de mobilizar legiões de fãs, versões exclusivas, surpresa e muita emoção. Assim pode ser definido o projeto Bombar no Posto ALE, que em sua primeira edição conta com a participação da banda Fresno.

Iniciativa ousada e inédita da distribuidora de combustíveis, o projeto Bombar no Posto ALE acompanha a turnê nacional da Fresno para divulgar o CD “Redenção” e promove pop-up shows que duram o tempo de abastecer a van da banda.

Equipado com mesa de som, microfones e pedestais, o transporte oficial do grupo gaúcho estacionará em Postos ALE onde Lucas, Tavares, Vavo e Bell farão apresentações inesquecíveis.

Durante os meses de junho, julho e agosto, o projeto Bombar no Posto ALE vai passar pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e mais uma – que pode ser a sua! Acompanhe aqui no site da ALE a movimentação da Fresno com a ajuda do GPS instalado na van da banda e corra para o posto mais próximo de você à medida que as informações sobre data, hora e local forem sendo divulgadas.

Neste site (abaixo) você ainda fica sabendo de todas as novidades sobre o projeto, poderá assistir vídeos exclusivos, baixar brindes digitais, concorrer a prêmios, seguir a ação nas redes sociais e muito mais!

 fresno

Fonte: ale.com.br/bombar-no-posto

 

A mídia também inclui o Orkut, Facebook, Myspace, Twitter: (graaande novidade) e Flickr.





Não caia no mesmo erro da Sadia

24 06 2009

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Gostei muito do artigo Onde a Sadia perdeu o jogo, do professor de finanças corporativas da FGV-Eaesp, Oscar Malvessi, publicado na última edição da Exame. Além de uma grande lição para empresários, executivos e profissionais da área de finanças, trata-se de um alerta crucial para profissionais de marketing e comunicação.

Em sua explicação sobre por que a “Perdigão absorveu a Sadia, e não o contrário”, ele mostra que os derivativos “tóxicos” comprados pela Sadia foram apenas o sintoma de um problema muito maior. A causa que levou a empresa a uma derrocada financeira foi a adoção de uma estratégia míope, com foco no curto prazo e no dinheiro fácil.

Malvessi, que vem analisando sistematicamente o desempenho da Sadia, verificou que a venda de frangos e salsichas – ou seja, dos produtos da empresa – representou apenas 57% do lucro total. Os outros 43% foram resultado de transações financeiras, sendo que a média praticada pelo mercado é de 18%. Além disso, a análise de Malvessi mostra que a Sadia nutria um “desmesurado gosto pela alavancagem”. “Enquanto a média das empresas abertas tem um endividamento de curto prazo de 13% de sua dívida total, na Sadia nunca representou menos do que o dobro disso”.

O que cria valor para o acionista, segundo ele, “é a dedicação ferrenha ao aumento da produtividade da operação, o crescimento das vendas e a remuneração variável vinculada não ao lucro de um mero trimestre, mas sim a geração de valor de longo prazo”. Portanto, se tivesse cuidado melhor das suas operações e da sua marca, a realidade da Sadia seria muito melhor. Ao desprezar os resultados de longo prazo, a empresa construiu uma armadilha para si mesma.

Fazendo um paralelo com as práticas de marketing, conseguimos visualizar claramente qual será o futuro das empresas que desprezam os resultados de longo prazo, ou seja, que não buscam agregar valor a sua marca.

É mera ilusão achar que promoções de preço, comunicação baseada em ofertas – entre outras práticas decorrentes de uma visão míope e de curto prazo – vão garantir resultados duradouros para a empresa. Essa visão pode até dar a falsa impressão de que tudo anda bem, mas a verdade é que, quem visa apenas ganhar dinheiro agora, a qualquer custo, pode estar próximo de acabar como a Sadia. Portanto, se você está em situação parecida, é hora de olhar pra frente e mudar sua estratégia.

Segundo Malvessi, “quem se deixa levar por soluções fáceis é invariavelmente engolido por que fez a coisa certa”. E eu assino embaixo.

 

Fonte: chmkt.com.br





Agência Lira

24 06 2009

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Vasculhando por aqui achei alguns links da Lira, agência que surge depois da divisão na Hoje Propaganda.

No Site da Agência: http://www.almirlira.com.br

No Twitter da Agência: http://twitter.com/LIRALIVE

– Pajuçara Management começa logo mais. Bolsas ecológicas e painéis com criação/ilustração assinados pela Lira.

lira





Antares Maceió de casa nova

24 06 2009

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A equipe da Antares em Maceió está em novo endereço, localizada agora na sala 113 do Edifício Norcon Empresarial, Av. Comendador Gustavo Paiva, 2789, em Mangabeiras.

A nova sede da Antares foi projetada para ter mais funcionalidade e conforto, a localização também favorece, o edifício fica em frente ao Shopping Iguatemi. A mudança não foi apenas de endereço, o telefone também mudou. Os contatos agora devem ser feitos através do número (82) 3036.6473.

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Fonte: antarescom.com.br/?p=958





Dia dos Namorados – TAM

23 06 2009

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Desculpem a demora, mas eu só vi hoje esse e-mail/cartão que a TAM mandou no dia 12 de Junho. Achei interessante a lembrança e a mensagem.

Obs.: (Clique na imagem para visualização em .gif)

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“Agências estão com uma arma apontada para a cabeça”

23 06 2009

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“O mundo já passava por mudanças quando a crise chegou. A solucão agora é a inovação digital e a criatividade”. Essa é a declaração de Nigel Morris, fundador do grupo Isobar, que falou hoje para grande plateia em Cannes. Para ele, o digital será cada vez mais importante na comunicação e as agências devem se tornar 100%, caso contrário, “estarão mortas.”

Morris diz que chegou uma nova era em que as agências estão com “armas apontadas para a cabeça”. Logo, um novo modelo é buscado pelo qual a entrega para o cliente é diária, seguindo a demanda de consumidores que exigem resposta também imediata das marcas. Ainda de acordo com o fundador do Isobar, as empresas devem pensar de forma diferente e abandonar o trabalho na forma linear. Para ele, o formato propõe sempre uma mesma lógica, o que inviabiliza novos pensamentos.

Uma pesquisa feita nos EUA ainda foi apresentada na palestra. Segundo os dados, 52% dos consumidores ainda são fiéis às suas marcas e 72% das buscas feitas na internet foram estimuladas por algum impacto publicitário.

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Fonte: Adnews
* Por Daniel Rosa e Marcelo Gripa, direto de Cannes, França





Vida de freela

22 06 2009

Conheça os prós e contras da vida sem patrão

freela

Trabalhar em casa, fazer os próprios horários, se livrar do chefe… Parece uma maravilha! Mas, se, por um lado, a vida de um free lancer – profissional que não tem vínculo fixo com nenhuma empresa – tem suas vantagens, por outro, requer muita disciplina e atitude zen para lidar com instabilidades, como a de ganhar muito em um mês e, no outro, nada. Se você está pensando em encarar essa vida, conheça algumas dicas de quem é do ramo. Elas podem ajudá-la a encarar esse estilo de trabalho com o pé no chão.

Perfil de freela

O mais básico dos ensinamentos é saber se sua personalidade combina com esse formato. Isso fará toda a diferença entre o sucesso ou o fundo do poço. Você é organizada? É capaz de conciliar tarefas de longo prazo com outras menores sem se enrolar? Conseguirá fugir das tentações que a liberdade oferece – um cinema à tarde, uma soneca? Sentirá pânico se não pintar serviço em um mês?

Se tem certeza de que ser free é para você, antes de partir para a carreira-solo, junte dinheiro para se bancar por, no mínimo, três meses. “O começo é difícil, dá trabalho procurar clientes. Com dinheiro garantido esse processo fica mais tranqüilo”, diz Gláucia Santos, consultora de recursos humanos da Catho Online. Outro ponto importante é pensar estrategicamente. Um fotógrafo, por exemplo, ganhará mais se especializar-se em um tipo de imagem. “É preciso ter uma marca, ser referência no que faz. E saber exatamente o que oferecer e para quem”, diz o publicitário Mauro Amaral, 35 anos, free lancer há dez e editor de um site sobre o assunto (www.carreirasolo.org).

O free lancer precisa ter em mente que ele é a empresa, o produto. Isso implica fazer uma boa propaganda de si próprio – um site caprichado, um portifólio de babar. Cumprir religiosamente os prazos e realizar tarefas de forma impecável também é fundamental. “Funciona muito no boca a boca. Se falarem mal de você, já era”, diz Amaral. “Vale também ligar de vez em quando para seus contatos, dar as caras.”

Não leve calote

Na carreira-solo há um ano e meio, a designer Estela Padilha, 29 anos, diz que o maior dilema na vida dos autônomos não é saber quanto cobrar, mas receber no prazo estabelecido. “Já tomei até calote”, conta. Ela aconselha pedir de 30 a 50% do valor combinado antes do início do projeto. E, sempre que possível, assinar um contrato estabelecendo preço, dia de pagamento e os parâmetros do serviço. “Já me arrependi muito por não ter documentado um acordo. Uma vez combinei com uma pessoa de criar cinco cartões. Depois ela mudou de idéia e queria que eu fizesse outros cinco ganhando o mesmo valor. No fim, acabei não recebendo nada”, relata Estela. Consultora da empresa de recursos humanos DBM do Brasil, Fátima Rossetto dá outra dica: emitir um boleto bancário com o valor a ser pago. “Caso o contratante não respeite a data de vencimento, ele terá de pagar juros.”

Dicas para freelas

Para saber quanto precisará ganhar por mês, em média, para cobrir seus gastos, some todos eles, inclusive os do seu homeoffice! Sobrou grana em um mês? Guarde para o mês seguinte. Se quiser garantir férias remuneradas e a sua aposentadoria, reserve parte do que ganha para isso.

Empresas grandes exigirão de você recibo de autônomo ou pessoa jurídica. Para administrar os números de sua firma caseira, será preciso contratar um contador.

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Fonte: Gloss – Regina Terraz